AS AVENTURAS SEXUAIS DE SILVINHA - UMA GAROTA PERVERTIDA - PARTE I

PARTE I



Quem viveu, passou ou ouviu falar da Rua Duarte Aurora, tem histórias para contar...

É que no nº 50 morava Silvinha, uma garota de 19 aninhos, pervertida e louca por sexo. E a danada fazia de tudo, queria mesmo era ser comida. Que nada, devorada, chupada, penetrada; por um, dois e até três. Era o máximo que permitia.


Dizia que mais que três homens a fazia perder os sentidos e queria sentir cada pegada, cada pinto entrando na sua boceta rosadinha, no seu ânus apertadinho e na sua boca carnuda e gostosa. Louca para engolir uma porra.



Durante sua adolescência, Silvinha levava uma vida regrada e era muito tímida. Nutria fantasias inocentes por seus professores de Geografia, Física e Português. Imaginava que eles a amavam e a respeitavam, e que um dia casaria com um deles. 


Mas os anos passaram, Silvinha desenvolveu um corpo escultural e ao completar 18 anos, ainda virgem, uma amiga a levou para assistir a um filme pornô. Silvinha era puro êxtase, gozou sem saber que havia gozado na cadeira do cinema. Sua vagina molhada, inchada, louca para ser penetrada, desvendada, deflorada, revelou a Silvinha um prazer que mudaria todo rumo de sua vida.


Filha de um coronel barra pesada e de uma mãe beata, Silvinha foi criada sob os mais rígidos costumes. Falava inglês, francês e arranhava o espanhol, era extremamente culta e inteligente. Aos olhos do pai a filha perfeita! Porém, Silvinha, agora nos seus 18 anos, não era mais a mesma. Após a sessão do cine pornô, queria perder a virgindade a qualquer custo. E claro, sua amiga, Claudia, cuidou de apresentar seu irmão, Fábio.



Fábio era 10 anos mais velho que Silvinha e um tremendo garanhão. Era alto, loiro, e tinha várias tatuagens espalhadas pelo seu corpo malhado e sarado. Ao ver Silvinha vestida com um shortinho de jeans e uma batinha branca transparente que revelava seus seios fartos em um lindo sutiã meia-taça, fantasiou loucas posições com a virgem garota. Agarrou-a por trás, com seus braços fortes e musculosos, e a levou para seu quarto. 


Silvinha deixou o perfume de Fábio embriagá-la, fechou os olhos e sentiu a mão dele percorrer dentro de seu shorts. Ele deu uma pegada gostosa na bunda macia e carnuda de Silvinha. Ela estava entregue aos desejos daquele homem sedento por sexo.



Ele a jogou na cama, tirou a camiseta, a calça e a cueca. Seu pinto já estava ereto, pronto para foder Silvinha. O corpo de Fábio, aos olhos de Silvinha, era um banquete dos deuses e aguçava ainda mais seu desejo por sexo. Ela estava pegando fogo, sua boceta latejava de tanto desejo. 


Quando ela ia tirar o shorts, Fábio segurou seus braços para trás e, com a outra mão, tirou o shorts de Silvinha, olhando-a nos olhos, comendo-a em pensamento. Ela gemia e tentava se soltar para beijá-lo, mas ele não deixava.


Ele encostou seu pinto ereto na boceta dela delicadamente, em movimentos de vaivéns suaves. Enquanto isso arrancava sua bata e seu sutiã meia taça. Beijou seus seios, mordeu delicadamente seus mamilos e, então, beijou-a ardentemente.



Silvinha não dizia uma palavra, apenas gemia e com os olhos fechados tentava sentir cada pegada daquele homem delicioso. Ele puxou suas pernas para sua cintura e começou a penetrar, ao sentir o hímem era puro êxtase. Afinal, todo homem tem a fantasia de transar com uma virgem, ser o primeiro homem... 

Sua virilidade estava à flor da pele. Ele sabia foder uma mulher como nenhum outro homem. Aos poucos foi penetrando com mais força, recuava, penetrava, recuava, até que rompeu o hímem e Silvinha foi à loucura. Ela mexia seu quadril em movimentos ritmados ao dele. Os dois experimentaram uma foda para nunca mais esquecer!


Silvinha sentiu o orgasmo em toda sua essência pela primeira vez, e queria mais, muito mais... Fábio já havia trepado com tantas mulheres que nem sabia quantas, mas Silvinha mexeu com ele. Ela começou a acariciar suas costas, ele sorriu e beijou o corpo dela todinho, dos pés à cabeça. Ela se contorcia, gemia, arranhava-o e tentava beijá-lo, mas ele não deixava. Segurava ela firme na cama, deitada. Como se ele fosse o dono dela, ele estava no comando. 




Abriu suas pernas, viu uma mancha de sangue no lençol, a prova do hímem rompido. Seu orgulho viril foi às nuvens. Ele começou a chupar a boceta de Silvinha e ela adorou a experiência e arreganhou as pernas para receber a boca e a língua quente e gostosa de Fábio na sua vagina. Silvinha gozou novamente! 


Ela estava exausta e, definitivamente, aquela garota tímida tinha morrido revelando uma mulher faminta por sexo! Ela se vestiu e eles se despediram e Fábio deixou bem claro que se ela quisesse foder, era só aparecer. Ela sorriu e foi embora feliz da vida sentido-se renovada, diferente, ansiosa, e com uma força interior que não sabia explicar e não podia entender naquele momento.

Os dias passaram e os pais de Silvinha sequer notaram que a filha estava diferente. Ela tinha passado em todas as universidades que prestou vestibular. Escolheu estudar em outra cidade, para ter liberdade de provar outras experiências sexuais.


E lá foi Silvinha, com uma mala cheia de livros e a outra repleta de lingeries.

Continua...


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As Aventuras Sexuais de Silvinha - Parte II

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