AS AVENTURAS SEXUAIS DE SILVINHA - UMA GAROTA PERVERTIDA - PARTE II

PARTE II

Antes de revelar as deliciosas aventurais sexuais de Silvinha durante seu período na universidade, há uma passagem em sua história que merece ser escrita. Tudo aconteceu durante a festa de despedida, organizada pelos pais de Silvinha...



Os pais de Silvinha fizeram uma festa para celebrar a vitória da filha. Afinal, ela tinha passado em todas as universidades que prestou vestibular. Apesar de não se conformarem com a filha morando em outra cidade, os pais de Silvinha estavam tão orgulhosos que permitiram a mudança. Silvinha escolheu a carreira de engenharia civil e, em breve, a cidade de Florianópolis conheceria o apetite sexual voraz dessa jovem universitária. Com certeza, o Campus da Universidade será palco de deliciosas experiências sexuais...

No dia da festa, parentes, amigos e vizinhos estavam presentes e a conversa rolava solta entre eles. Os pais de Silvinha eram puro orgulho da filha. Alguns olhares invejosos também circulavam em direção da gostosa e apetitosa Silvinha. E não era pra menos, além de linda e inteligente, era fissurada em sexo. Mas esse era um segredo que poucos sabiam...

Apesar de Silvinha estar rodeada por tantas pessoas, seu olhar estava vidrado em Fábio, irmão de Claudia, o homem que a fodeu gostoso pela primeira vez. A vagina de Silvinha começou a latejar, os sons das vozes começaram a ficar distantes, pelo seu corpo exalava um calor de puro desejo carnal. Ela pediu licença às pessoas que estavam na rodinha conversando e, olhando para o Fábio, mordeu os lábios e foi em direção ao seu quarto. Fábio, um homem experiente, entendeu o recado!


Para que ninguém percebesse o que estava prestes a acontecer, ela chamou Claudia e disse que precisava falar-lhe em particular. Avisou aos convidados que voltaria logo, apenas precisava de alguns minutos com sua amiga a sós.
Claudia não estava entendendo nada. Ao chegarem ao quarto, Silvinha deitou na cama e disse:

- Nossa, estou tão excitada. Louca para seu irmão me foder. Será que ele percebeu que eu quero ser comida por ele?

E a Claudia:

- O quê? Você enlouqueceu? Seus pais e todos os convidados estão ao lado!

- Melhor ainda - retrucou Silvinha.

- E eu? Eu não vou ficar aqui. Sinto muito – disse Claudia.
Silvinha deu uma olhada provocativa para Claudia e disse:

- Podíamos fazer ménage a trois. O que acha?

- Sua maluca. Isso seria incesto. Tô fora. Tô fora, mesmo.

Quando estava saindo do quarto, Silvinha segurou o braço dela.

- Calma. Estou brincando. Dei um sinal ao seu irmão. Não poderia trazê-lo aqui. Então, usei você. Afinal, somos amigas. Claudia, por favor, fica. Entra no meu closet, coloca o fone de ouvidos e fica escutando sua banda predileta. Quando terminarmos eu te aviso, ok?

_ Você perdeu o juízo de vez. Mas está certo. Eu fico, sua maluquete!!! E as duas riram muito.

Fábio observou as duas entrarem no quarto, deu um tempo e pediu licença para ir ao toilette. Sem que ninguém percebesse, entrou no quarto de Silvinha.

- Hora da retirada. Divirtam-se seus malucos!

Claudia entrou no closet e ligou o som bem alto.

Fábio agarrou Silvinha e a beijou ardentemente. Mordeu delicadamente seus lábios, enquanto suas mãos percorriam o corpo quente e tesudo de Silvinha. Um tirou a roupa do outro. 


O pinto de Fábio estava duro, quente e tinha o tamanho e formato tão perfeitos que Silvinha caiu de boca. Chupou gostoso, e Fábio gemia, gemia, gemia, enquanto suas mãos seguravam e balançavam a cabeça dela, mostrando sua virilidade e comando. 




Ela parou, olhou nos olhos dele e disse:

- Não! Hoje, eu vou te foder. E jogou ele na cama. Pegou duas echarpes e amarrou os braços de Fábio à cabeceira da cama. Ele estava curioso e cheio de tesão. Deixou-a fazer o que quisesse com seu corpo musculoso e cheio de tatuagens.
Silvinha começou mordendo delicadamente e depois com mais força, desde o tornozelo até as coxas. Mordia e apertava com força, usando suas mãos, cada parte do corpo dele. Fábio gostava de ter o comando da situação, mas não dessa vez.



Ao chegar no caralho de Fábio, Silvinha percebeu que ele chegava a pulsar de tão excitado que estava. Lambeu e beijou suavemente, depois mordiscou suas bolas, Fábio se contorcia todo na cama.

Sentou de costas, com sua bunda empinada, e começou a cavalgar gostoso sobre o pinto duro, quente e delicioso de Fábio. Pelo espelho, à frente da cama, Fábio tinha uma visão frontal de Silvinha. A imagem dela cavalgando sobre ele, enquanto tocava seus seios, seus cabelos soltos e sedosos balançando a cada movimento, sua boca entreaberta deixando escapar sussuros de prazer, a cabeça levemente jogada para trás, o levou à loucura. Ele guardou aquela imagem, fechou os olhos e se entregou totalmente.



Eles gozaram simultaneamente e foi uma das melhores fodas que os dois já haviam tido. Então, só para provocar, ela ficou de quatro, com a bunda virada para o rosto dele, e foi se aproximando bem devagar, rebolando sensualmente e, uma vez ou outra, abaixava um pouco e mordia partes do corpo dele.

Fábio era puro êxtase!

- Vem, sua tesuda, vem que eu vou morder essa bunda gostosa e deixar minha marca, antes de você viajar. Assim, você não se esquecerá dessa foda nunca mais.

- Safado! Quer deixar sua marca em mim?

Quando estava quase chegando próxima à boca dele, ela recuava. Ele com as pernas tentou segurá-la, mas não conseguiu. Ela jogou o cabelo para trás, olhou pra ele com um olhar faminto e sedutor e disse:

- Hoje, quem manda sou eu. Você não vai deixar sua marca. Se quiser morder essa bunda gostosa - e deu um tapinha em sua bunda - vai ter que ser em Florianópolis.

- Não! Assim você me derruba. Então, me deixa chupar essa boceta rosadinha e levar você à loucura, do jeito que só eu sei fazer.

Ela virou de frente, sentou sobre as coxas dele, arregaçou as pernas e disse, com um olhar bem provocativo:

- Quer mais safado? Você pode me ter, mas não hoje.

Fábio estava louco para foder mais naquele corpo tão sedento por sexo. Mas Silvinha estava determinada a parar naquele momento. Sentiu prazer em ter o comando da situação. Levantou, se trocou e, só depois, desamarrou Fábio.

Fábio se aproximou de Silvinha, afastou os fios de cabelo do rosto dela, de uma forma bem suave, e a puxou pela cintura para bem perto dele. Ele ainda estava nu. Os corpos colados, olhos nos olhos, a respiração ofegante. Ele disse:

- Eu sou safado? Como não ser? Você é deliciosa! Levou a mão dela ao pinto dele e sussurrou:

- Aguarde. Eu irei a Florianópolis. Só que lá, as regras serão outras.

-É mesmo? Quais?

- Vou te surpreender...

- Sei - Disse Silvinha desconfiada e já imaginando o que aquele homem tesudo estaria planejando.

Ele se afastou e se vestiu sem tirar os olhos dela. Ela sorria e mordia os lábios.

- Provoca. Provoca que eu te jogo na cama de novo.

- Bem que eu queria, mas não podemos arriscar tanto. 

Lembre-se, esse corpinho pode ser todo seu. Quando quiser.

Ele sorriu discretamente e a beijou pela última vez. Um beijo de tirar o fôlego! Se olharam por alguns segundos e Silvinha foi até o closet para avisar Claudia que ela já podia sair.


Para não levantar suspeitas, elas acharam melhor Fábio ir até a cozinha, com a desculpa que queria um copo de água, e aguardar um pouco para voltar à sala.

As duas voltaram à sala e continuaram a conversar com os convidados como se nada tivesse acontecido. Fábio se enturmou em uma rodinha de amigos e se posicionou de uma forma que tivesse a visão de Silvinha. Ela percebeu e, ao terminar de comer um salgadinho, lambeu os dedos com os olhos grudados nos olhos dele. Ele teve que se conter para não passar vexame de mostrar um pau duro no meio da sala. Ela adorava provocá-lo.

Ao se despedir de Claudia, ela perguntou se ela tinha espiado os dois pela porta do closet. E a Claudia negou, mas suas bochechas ficaram rosadas.

- Jura que não? Então, por que está rubra? Estou achando que você nos olhou. Fala sua boba. O que é que tem demais? Fala. Ver nós dois te excitou? Você se masturbou?

- Para, sua maluca. Já falei que não espiei.

Talvez ela tenha espiado. Talvez tenha só escutado os gemidos e imaginado as cenas. Talvez tenha se excitado e se masturbado. Mas essa verdade ela preferiu não revelar. Silvinha desistiu de tentar descobrir.

Elas se despediram com um abraço apertado e Claudia prometeu que a levaria ao aeroporto.

Os pais de Silvinha deram de presente uma conta bancária bem recheada, para ela gastar com o que quisesse e para mantê-la durante seu período universitário. Silvinha nem acreditou quando viu o valor. Beijou e abraçou os pais e agradeceu muito!

À noite, antes de dormir, ela estava pensativa. Com um pouco de remorso pelo que havia feito durante a festa, na presença de todos os convidados e os pais. Porém, ao mesmo tempo, sentia uma sensação de prazer tão grande que a consumia. Resolveu deixar pra lá suas preocupações. Estava resolvida a saciar seus desejos sem medo. Nada, nem ninguém, a faria mudar de ideia.


Adormeceu...



Continua...


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